Funkoffandfly @ Festival de Jazz de Minde (2010)

Funkoffandfly @ Festival de Jazz de Minde (09 Abril 2010)


Avariações (2004)

Avariações


Dar & receber, tema de António Variações, reinterpretado por Funkoffandfly para a festa de tributo "Avariações", homenagem ao homem que viveu entre Braga e NY, vinte anos após a sua morte. Este espectáculo foi produzido no Teatro Maria Matos em Lisboa, a 10 de Julho de 2004.

Para além de Funkoffandfly, colaboraram bandas e artistas como Vozes da Rádio, Pop Dell'Arte, Tucanas, Adolfo Luxúria Canibal, Filipa Pais, Lena d'Água , Vítor Rua, Rádio Macau, Maria João e Mário Laginha.

Hino do BE (2009)

Está na hora!


Está na Hora!, hino musical da campanha do Bloco de Esquerda para as eleições de 2009.

Está disponível para download na versão instrumental (mp3) e o videoclip da versão cantada encontra-se ainda no Youtube:



Vozes: Fernando Mariano, Sofia Cunha
Trompete: Nuno Reis
Bateria e baixo: Luís Candeias
Guitarra: Sérgio Vitorino
Teclas: Pedro Rodrigues
Letra: Pedro Rodrigues, Jorge Costa e Sérgio Vitorino
Música: Pedro Rodrigues, Sérgio Vitorino

Funkoffandfly @ A de Autor, RTP2 (2010)

Funkoffandfly @ A de Autor, RTP2 (27/05/2010)


[clicar na imagem para ver o programa: vide 25:57"-33:14"]

Actuação ao vivo no programa A da Autor da RTP2, um programa de Paulo Sérgio dos Santos, em 27 de Maio de 2010.

Funkoffandfly apresenta o tema Funky generation, seguindo-se uma pequena entrevista com o cantor da banda, Brunex (Bruno Matos). O programa contou entre outros com a participação de Paulo de Carvalho.

Podemos assistir ao programa completo no site da RTP (para ver os Funkoffandfly sem demora, saltar para o timing 25:57").

Funkoffandfly @ MusicBox Lx (2009)

Funkoffandfly @ MusicBox Lisboa Jan.2009


Funkoffandfly, concerto gravado ao vivo na Music Box, Lisboa, em 16 de Janeiro de 2009, pode ser visto integralmente no site Central Musical.
Check it out!


Se não conseguir visualizar clique aqui
Funkoffandfly
Uma big band bem ao estilo seventies e com claras influencias da época. Os funkoffandfly trazem de volta o espírito do soul funk Afro-Americano, com espectáculos bem musicados e de enorme interacção com o público, reivindicado a boa disposição e garantindo uma festa cheia de groove, onde saltam da cartola os passos de dança mais estranhos e desinibidos.

Funkoffandfly @ Cabaret Maxime (2009)

Funkoffandfly @ Cabaret Maxime, Março 2009


Funkoffandfly, concerto gravado ao vivo no Cabaret Maxime, Lisboa,
em 06 de Março de 2009, pode ser visto integralmente no site Central Musical.
Check it out!


Se não conseguir visualizar clique aqui
Funkoffandfly
Uma big band bem ao estilo seventies e com claras influencias da época. Os funkoffandfly trazem de volta o espírito do soul funk Afro-Americano, com espectáculos bem musicados e de enorme interacção com o público, reivindicado a boa disposição e garantindo uma festa cheia de groove, onde saltam da cartola os passos de dança mais estranhos e desinibidos.

FUNKOFFANDFLY @ Fábrica da Pólvora, 4 de Março



Sexta-feira, 4 de Março 2011, às 22h.
Fábrica da Pólvora

Estrada das Fontainhas, Barcarena


+info: myspace

 

Liberdade Provisória


"Liberdade Provisória apresenta-se como um espaço multidisciplinar de programação, formação e criação artística nos seus mais variados géneros - artes-plásticas e visuais, artes performativas, música, audiovisual e literatura. Neste espaço estão concentrados ateliers de artistas, escritórios de produção, assim como espaços multiusos destinados à formação, ensaios e à apresentação de espectáculos, exposições, instalações e concertos.
Feito por e para artistas, este projecto vive da confluência de diferentes áreas, estimulando assim novas parcerias, diálogos e processos de criação. (...)"
http://aliberdadeprovisoria.blogspot.com
Abriu em Lisboa, em plena Avenida da Liberdade, um novo espaço cultural multidisciplinar onde, a par de um vasto programa de actividades culturais, funcionam ateliês ocupados por artistas em diversas áreas. O espaço Liberdade Provisória mereceu recentemente uma reportagem em destaque na revista TimeOut: "Liberdade criativa na Avenida", TimeOut Lisboa, 15/02/2011

Direcção:
André Amálio, Cláudia de Brito, André Fradique e João Galrão.

Artistas residentes:
Cláudia de Brito (Direcção), André Fradique, João Galrão (Direcção, artistas plásticos), André Amálio (Direcção, actor); Edu Pimenta, Aldo Peixinho, Délio Jasse (artistas plásticos); Pedro Gil, Ana Pereira, João Gambino (teatro); Teatro do Vestido (companhia de teatro); Beatriz Portugal, Nuno Reis (música).


Liberdade Provisória,
Av.da Liberdade 220, 3º andar, Lisboa
+info: blogspot   facebook

 

Selma Uamusse Nu-Jazz Ensemble dia 24 Fev @Bacalhoeiro Lx


A cantora de jazz Selma Uamusse, conhecida pelas colaborações em diversos projectos e universos musicais e fazendo parte actualmente dos Faith Gospel Choir ( Gospel ), Wraygunn (Rock - Soul - Blues), Funkoffandfly (Funk), actua esta noite na Associação Bacalhoeiro em Lisboa. Selma Uamusse é aluna da escola de jazz do Hot Clube de Portugal. Neste projecto assiste-se a uma fusão de nu-jazz com a música espiritual, gospel e soul. A cantora formou o Selma Uamusse Nu-Jazz Ensemble com Augusto Macedo (baixo eléctrico), Diogo Santos (teclas), Gonçalo Santos (bateria), Eduardo Lála (trombone) e Nuno Reis (trompete). Neste concerto o grupo revisitará temas Nina Simone, Aaron Parks, Alice Russell, José James e Esperanza Spalding.

+ info (myspace)

24 FEV 2011, 23h
Assoc. BACALHOEIRO
Rua dos Bacalhoeiros, 125 Lisboa | tel. 21 886 48 91 | email

Autofabulografia de Nuno Reis: ascensão e queda

Em Abril de 1974 contava dois anos e cinco dias. Aprendeu numa filarmónica quase tudo quanto sabe. Uma vez, no cemitério da sua aldeia, tocou o silêncio para os mortos, acompanhado pelo choro dos vivos.

Sendo profundo conhecedor da solidão, dedicou-se ao estudo da respiração contínua e aprendeu a controlar a velocidade do som. Conseguiu permanecer em silêncio (e sem fumar) mais de 4'33'', batendo o anterior record.

Tendo livrado à tropa, punha-se a tocar clarim extra-muros, anunciando a alvorada a várias horas e obtendo como resposta coros de laudes e matinas. O toque do sentido soava-lhe sempre diferente e não conseguindo lembrar-se de nenhum outro, habituou-se a inventar novos toques de ordem. Decompôs ainda vários hinos nacionais, uma internacional e uma missa brevis; até que caíu em desgraça, ao plagiar acidentalmente o toque de chamada para o rancho, provocando a fragilidade das forças armadas que salivavam abundantemente.

Para o seu declínio terá contribuído o facto que se segue: certo dia foi apanhado em flagrante a tirar o compasso a uma galinha, animal funky por excelência.

Vendo-se num espelho estilhaçado em milhentos pedaços de experiência fragmentária, a sua obra revela ter-se dedicado ferozmente ao diletantismo. Cada vez mais obrigado à especialização tecnocrata neo-liberal cada vez mais imposta pela sociedade cada vez mais tecnocrata e neo-liberal, especializa-se cada vez mais na sua própria diletância. Acusado de edonismo, passa a tocar descalço, sendo avistado pela última vez para os lados da Macedónia.

Enquanto trompetista, vê em Boris Vian a sua maior influência. E espera secretamente vir a ser eleito uma das sete trombetas do Apocalipse.